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Você compraria? Cobertura onde Marcos Matsunaga foi morto está a venda há anos
Marcos Matsunaga foi morto em maio de 2012
O apartamento onde o empresário Marcos Kitano Matsunaga, herdeiro e diretor da Yoki, foi assassinado em 2012 está à venda por R$ 2,8 milhões. O valor representa cerca de 30% menos que o preço estimado de mercado para o imóvel.
Localizada na Vila Leopoldina, na zona oeste de São Paulo, a cobertura triplex tem mais de 300 metros quadrados e ocupa quatro pavimentos do edifício. O imóvel é resultado da união de dois apartamentos.
Segundo informações divulgadas pelo jornalista Ullisses Campbell, os pais de Matsunaga, atuais proprietários, tentam vender a cobertura há anos. As negociações, no entanto, costumariam ser interrompidas quando os possíveis compradores descobrem que o local foi palco do crime que ganhou grande repercussão no país.

(Foto: divulgação)
A propriedade conta com cinco suítes, quatro vagas de garagem, dois depósitos no subsolo, sauna seca com sala de descanso, adega climatizada, salas de estar e jantar, copa, bar, lareira, escritório e varandas, além de vista panorâmica de São Paulo.
Na época do crime, o apartamento também possuía um quarto do pânico, instalado atrás de um armário. O espaço tinha portas blindadas, sistema de climatização independente e telefone exclusivo para situações de emergência.
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Relembre o caso
Marcos Matsunaga foi morto em maio de 2012. A esposa dele, Elize Matsunaga, confessou o assassinato após ser investigada pela polícia. Segundo o relato apresentado à época, o casal teria discutido depois que Elize descobriu supostas traições do marido.
O empresário foi atingido por um disparo à queima-roupa. Exames periciais apontaram, porém, que ele ainda estava vivo no início do esquartejamento e que a morte teria ocorrido por asfixia provocada pela degola.

(Foto: Divulgação)
Após o crime, o corpo foi esquartejado, colocado em malas e abandonado em uma área de mata em Cotia, no interior de São Paulo.
Elize foi condenada a 19 anos, 11 meses e um dia de prisão pelos crimes de homicídio qualificado, por dificultar a defesa da vítima, e ocultação de cadáver. Ela cumpriu parte da pena no presídio de Tremembé e, posteriormente, passou ao regime aberto.
Atualmente, Elize cumpre a pena em liberdade condicional e busca reconstruir a vida longe da prisão. A filha dela, hoje com 16 anos, vive com os avós paternos.
(*)Com informações no Metrópoles
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